quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Viva e deixe morrer 
Tudo que foi dito e pensado, não me arrependo. Sabe, todo sentimentalismo que é algo natural meu, e você acha ser uma farsa, também já não me importo. Não quero suas migalhas. Cansei de ser ridículo, tentar ser forte e ir em frente quando sei que nada nasce das minhas mãos. Não depende mais de mim. Peço desculpa a mim mesmo se me deixei cegar pela divina beleza intocável. Estranhamente me sinto um homem agora, sabe aquela história de que homem não presta, depois de lutar tanto e perder todas batalhas, assim se forma um homem. Acho errado não se deixar levar pelos sentimentos ao invés do prazer, mas sendo assim como é e como está... agora sei, e talvez seja aquele famoso medo de amar, e assim me torno um cafajeste. Parece amadurecimento, é duro, perda da inoscência, gostava de quando era tudo brincadeira, pois o mundo platônico é mais seguro e confortável, tudo acontece como planejado, pena que é só imaginação.
Live and let die (viva e deixe morrer), letra de Paul McCartney, ao meu ver faz referência ao amadurecimento em função do passar da idade, a perda de inocência e como temos que se portar, deixando morrer e continuando a viver.

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