quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Balada do Corcel verde velho
Então como sempre, chegou aquela certa hora em que não estar com ela é o fim. Ele acha que o melhor jeito de aproveitar a vida é estando com ela, então pegou o telefone e ligou, procurou na agenda o número dela, só por procurar mesmo. O número dela é o primeiro, é só pressionar o primeiro botão, coisas dele. Ás vezes fica indignado com esse tal Carpe Diem quando as coisas não dão certo, ai então não é aproveitar o dia. Ligou pro celular dela, foi a mãe dela quem atendeu,  ele perguntou se ela estava em casa. Escutei sua voz no fundo mando me dizer que não estava, me senti um idiota porque sei que como sempre vou tornar a te ligar, só pra ouvir tua voz doce pedindo pra não ligar mais. Talvez amanhã pode ser que eu ligue outra vez pra você, não sei como pude ter ficado tão vulnerável. Me sinto tão inseguro nas tuas mãos caminhando com medo que o chão desapareça sem nenhum porque. Mas toda vez que você está perto de mim eu esqueço tudo te olhando sorrir, e tudo soa como música até a hora em que você me beija no rosto, e um outro adeus me diz...Tento me dizer que talvez seja melhor assim, e que talvez teu mundo não tenha lugar pra mim. Já perdi as contas de quantas noites passei dirigindo sem sem sentido pensando em te dizer...
Que morri e que não precisa se preocupar porque nunca mais vou rastejar por não estar perto de ti. Me diz, o que você quer de mim? Me diz, porque tem que ser assim?

Balada do Corcel verde velho, letra de Fábio Altro, um esboço de paixões não correspondidas, o que normalmente é referente a uma garota só, ela.

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