sábado, 15 de janeiro de 2011




Além das Estrelas Mortas 
( deve existir um lugar mais calmo... deve existir um lugar...)
Não sou uma folha em branco que vai sendo colorida ou apagada
conforme se faz um conceito bom ou ruim de mim. Não escondo meus defeitos, eles são parte de mim, talvez a maior parte.
Sou alguém, o quem sou nunca para de mudar, mas o que sou ?
Já esqueci o que ia escrever. Estou tentando ser alguém melhor
me pergunto se consigo. Tantas incertezas, tantos pontos críticos
que sei que até o mostro mais temido soaria suave se você estivesse aqui, fico aqui olhando pra essa falta de cor no céu, e me pergunto quantas destas estrelas já morreram. Estou preocupado, as ultimas noites não tiveram luar e o vazio sutilmente como um sussurro vai voltando e me dizendo não. E esse vício de querer bem mais do que eu possa ter ou de sempre carregar mais peso que eu possa suportar... te trago aqui agora, onde ninguém possa nos perturbar, você me acalma, de um jeito ou do outro me torna outra pessoa, uma pessoa que quero ser, quero aprender contigo, quero mais do que que te conhecer, quero ir bem fundo,quero sentir toda a tua essência, quero o que há de bom na vida, gosto dessa minha força de vontade, que deve ser como últimas esperanças e depois de um dia de caos,quem sabe um último dia e o fim. Você me vem compensar esse tempo sem você, quem sabe de algum jeito todo esse sofrimento me faça te merecer, que seja um dia a cada mil manhãs, quem sabe você ainda acorde ao meu lado...

Nenhum comentário:

Postar um comentário