quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Comerciais de cigarro ( 100 anos de solidão)
Cadê você quando mais preciso?
Não te vejo e não te sinto.
Fé, maldita fé, de que me adianta acreditar no que não posso ver?Anotar frases que não vou usar?
Burrice fingir estar bem quando tudo só leva mais perto do suicídio, ai então vejo a solução. Poder em fim me atirar em teus braços, que sei que só tua paz pode me tirar do escuro.
Nauseas, dores de cabeça de tanto chorar, por que tem que ser assim comigo, tudo é tão mais dolorido. Não me diga que isso passa, hoje vou calar, virar cinzas pra ver se assim consigo acalmar alguém!
É tão errado seus dizeres, não vês que ainda sou apenas uma criança, uma pobre criança que não sabe o que quer. Não me julgue.Vem e me leva pro teu mundo, porque o meu, esse aqui acabou. Que pena, agora que eu estava me conhecendo, sei, é tão errado deixar morrer as chances, ontem mesmo agradeci por elas.Olhas pra mim, olhas pra cima querendo mirar meu rosto, quando na verdade deveria olhar pro chão e ai sim ver meu verdadeiro tamanho, que ao meu lado estão todas criaturas microscópicas. Eu sou mais um.Não me pergunte o que sinto, eu não sei dizer, me diga você, o que sinto?As palavras não são sentimentos, você não saberia nunca o que se passa na minha mente, quem sabe se me entendesse poderia me ajudar, ou entrar em dessespero, ai então chorariamos juntos.Se meus olhos mostrassem minha alma, a cor deles não seria elogiada, olhariam pra eles e chorariam, chorariam comigo.

Comerciais de cigarro, teria sido a última música que ouvi. Se cigarro é algo fútil, imagine comerciais dele, assim como minha vida, os cigarros não deixaram de ser vendidos depois da proibição de comerciais na tv, assim como não mudaria em nada a falta da minha vida. a fumaça continuaria no ar..

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